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BC Protege+: mais segurança e controle para seu CPF ou CNPJ

BC Protege+: mais segurança e controle para seu CPF ou CNPJ

5 min de leitura

Com o aumento dos serviços financeiros digitais, cresce também o risco de fraudes envolvendo abertura indevida de contas, utilização não autorizada de dados e golpes que prejudicam tanto pessoas físicas quanto empresas. Para reforçar a segurança dos usuários, o Banco Central disponibilizou o BC Protege+, uma solução criada para impedir que terceiros usem seus dados sem permissão.

BC Protege+ é a solução criada para proteger seus dados é um recurso que permite bloquear a abertura de contas bancárias ou contas de pagamento utilizando seu CPF ou CNPJ, além de impedir sua inclusão como titular ou representante em contas de terceiros — a menos que você autorize.

Esse mecanismo cria uma barreira preventiva contra fraudes, garantindo que seus dados não sejam usados indevidamente no Sistema Financeiro Nacional

O uso do BC Protege+ proporciona benefícios importantes:

  • Evita abertura de contas fraudulentas com o seu CPF ou CNPJ.

  • Garante proteção simples, prática e controlada por você.

  • Oferece transparência, já que as instituições financeiras precisam consultar sua autorização antes de qualquer abertura de conta.

  • Atende pessoas físicas e jurídicas, reforçando a proteção de indivíduos e empresas.

A utilização do BC Protege+ pode ser feita diretamente em nosso produto Bacenjud

Para tornar o processo ainda mais fácil e seguro, a Credisoft disponibiliza a utilização do BC Protege+ diretamente em nosso produto Bacenjud.

  1. Acesse o Bacenjud pelo site da Credisoft.

  2. No menu, selecione a opção “Bacen Protege+”.

  3. Informe seu CPF ou CNPJ.

  4. Pronto! A consulta será imediatamente em nosso sistema, em total integração com o Banco Central.

O BC Protege+ agrega valor ao reforçar a segurança dos seus dados

O BC Protege+ é ideal para quem deseja impedir tentativas de fraude, oferecendo uma camada adicional de proteção contra qualquer uso indevido de informações pessoais ou empresariais. Também é perfeito para quem não pretende abrir novas contas e quer evitar consultas desnecessárias ou não autorizadas. 

CADOC 3044: o que é, prazos, e como impacta o reporte das instituições financeiras.

CADOC 3044: o que é, prazos, e como impacta o reporte das instituições financeiras.

8 min de leitura

A partir de novembro de 2025, entra em vigor uma nova exigência regulatória que redefine a maneira como as instituições financeiras reportam suas operações de crédito ao Banco Central do Brasil: o CADOC 3044. Neste artigo, você vai entender o que é essa norma e as principais mudanças que ela traz para os processos de reporte.

O CADOC 3044 é um novo formato de documento eletrônico que deve ser encaminhado ao Banco Central sempre que ocorrer uma movimentação que altere o saldo devedor de uma operação de crédito.

Diferente dos relatórios mensais tradicionais — como o CADOC 3040 e o 3050 —, essa nova obrigação requer o envio das informações quase em tempo real, com prazo máximo de cinco dias úteis após o evento.

Com essa mudança, o Banco Central busca aumentar a transparência, precisão e agilidade na coleta de dados, fortalecendo o monitoramento do risco de crédito em todo o sistema financeiro.

As operações precisam ser informadas no CADOC 3044 , que exige que sua instituição comunique ao Banco Central todas as movimentações que alterem o saldo devedor de crédito. Isso inclui:
  • Concessão de crédito ou liberação adicional de recursos.
  • Pagamentos parciais ou totais de parcelas, faturas ou saldos rotativos.
  • Liquidação ou quitação de operações.
  • Renegociações, com ou sem alteração contratual.
  • Cancelamentos ou estornos de valores.
  • Utilização do cartão de crédito.

Está obrigado a enviar o CADOC 3044,
todas as instituições participantes do Sistema de Informações de Crédito (SCR) são obrigadas, incluindo:

  • Cooperativas de crédito.
  • Sociedades de Crédito Direto (SCDs).
  • Instituições de pagamento que ofertam crédito.
  • Fintechs e demais instituições supervisionadas pelo Banco Central

O envio das informações ocorrerá por meio de arquivos no formato JSON, transmitidos através do canal STA (Sistema de Transferência de Arquivos). Esse procedimento demanda sistemas estruturados, integrados e alinhados ao novo padrão técnico e regulatório estabelecido pelo Banco Central.

Esses arquivos devem incluir dados como:

  • Identificador da operação (IPOC).
  • Saldo devedor atualizado.
  • Data e tipo do evento.
  • Status de atraso.
  • Classificação 3050 (quando aplicável).
Mesmo que a obrigatoriedade do CADOC 3044 só passe a valer em 1º de novembro de 2025, é fortemente indicado iniciar o quanto antes os ajustes técnicos e operacionais necessários. Vantagens de se antecipar:
  • Minimiza riscos de não conformidade.
  • Assegura uma estrutura estável para o envio contínuo das informações.
  • Fortalece a governança de dados e a integração entre as áreas da instituição.
CNPJ Alfanumérico: entenda as mudanças e o que o novo formato representa.

CNPJ Alfanumérico: entenda as mudanças e o que o novo formato representa.

12 min de leitura

Você já deve conhecer o CNPJ, aquele número com 14 dígitos que identifica toda empresa no Brasil — é como se fosse o “CPF” das pessoas jurídicas. Mas em breve, esse formato vai mudar: vem aí o CNPJ Alfanumérico.

A Receita Federal está atualizando o sistema para que o CNPJ passe a combinar letras e números, adotando um padrão parecido com o LEI (Legal Entity Identifier) usado em vários países.
Essa mudança vai tornar o cadastro mais moderno, flexível e compatível com padrões internacionais.

Apesar de parecer apenas uma mudança técnica, essa atualização trará impactos significativos nos aspectos fiscais, operacionais e tecnológicos — especialmente para instituições financeiras e empresas que dependem de integração de sistemas e validação de dados em larga escala.

 

Os impactos dessa mudança para as empresas já constituídas, o CNPJ continuará sendo identificado pelo formato numérico atual. O novo modelo será adotado apenas para as pessoas jurídicas registradas após a entrada em vigor da norma. Ainda assim, a alteração trará reflexos significativos para todo o ecossistema empresarial e institucional.

Entre os principais impactos fiscais e operacionais que poderão afetar instituições financeiras e empresas em geral, destacam-se:

  • A emissão de NF-e, NFS-e, CT-e, MDF-e e demais documentos fiscais deverá contemplar o novo formato alfanumérico do CNPJ;
  • Os sistemas responsáveis pela validação e recepção desses documentos precisarão ser atualizados para garantir compatibilidade com o novo padrão.
  • Declarações como ECD, ECF, SPED Fiscal, E-Financeira e outras deverão ser ajustadas para reconhecer e processar CNPJs no novo formato alfanumérico;
  • Sistemas internos e plataformas de terceiros — como ERPs, CRMs e portais — também precisarão passar por atualizações para assegurar a correta integração e conformidade com o novo modelo.
  • Revisar os procedimentos de pagamento de tributos, emissão de guias e controles contábeis que utilizam o CNPJ como forma de identificação;
  • Integração correta com os sistemas da Receita Federal, do Banco Central, das prefeituras e de outros órgãos governamentais.
  • As rotinas automatizadas de conciliação, auditoria e cadastro de clientes e fornecedores, entre outras, deverão ser revisadas para garantir a validação correta do novo formato do CNPJ.

 

A mudança tem um impacto ainda mais significativo no setor financeiro,  principalmente por três motivos:

  • O grande volume diário de operações e registros que utilizam CNPJs;
  • A forte dependência de integrações com sistemas da Receita Federal, Banco Central, Susep, prefeituras, cartórios e outras entidades;
  • As exigências de compliance e regulamentação, que requerem informações precisas e conformidade com normas fiscais em constante mudança.

 

Dessa forma, instituições como cooperativas de crédito, SCDs, SEPs, bancos, DTVMs e fintechs precisarão revisar seus processos e sistemas de cadastro, formalização, cobrança, validação de documentos e controle de obrigações para se adequar ao novo modelo.

Na Credisoft, estamos acompanhando de perto todas as atualizações e comunicados da Receita Federal sobre o CNPJ Alfanumérico. Nossa equipe está dedicada ao estudo e à adaptação dos nossos sistemas, assegurando que nossas soluções para a gestão de instituições financeiras estejam totalmente alinhadas às novas exigências.

Conheça os princípios do cooperativismo

Conheça os princípios do cooperativismo

4 min de leitura
Os fundamentos do cooperativismo são os princípios básicos que orientam o funcionamento e a governança…

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